14 de nov. de 2011


Telefone-sem-fio dos ditados

Existem ditados populares que, como a brincadeira do telefone sem fio, chegaram aos dias de hoje bem alterados.

Alguns exemplos
Como era: Essa criança parece que está com bicho no corpo inteiro!
Como ficou: Essa criança parece que está com bicho carpinteiro!



Como era: Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.
Como ficou: Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão.

Como era: Corro de burro quando foge!
    Como ficou: Cor de burro quando foge!

Como era: Quem tem boca vaia Roma
Como ficou: Quem tem boca vai à Roma

Como era: Esculpido em carrara (tipo de mármore).
Como ficou: Cuspido e escarrado.

Como era: Quem não tem cão caça como gato (ou seja, caça sozinho).
Como ficou: Quem não tem cão caça com gato

É interessante perceber como tanta gente fala, inclusive eu, os respectivos ditados sem nem ao menos perceber seu estranho significado... burro mudando de cor quando foge? Gato ajudando na caça? No caso do ditado “quem tem boca vai à Roma” eu interpretava como sendo uma alusão às pessoas com boa comunicação, ou seja, perguntando aqui e ali chegará ao destino desejado.

Outro dito que acho estranho é: “já que Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé”. Como assim? Montanha andando? O inverso é que é lógico: “Se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai até a montanha.



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